Adji-Boto

Tipo de jogo: Mancala de duas fileiras para dois jogadores com dois celeiros de extremidade, cinco casas por fileira, dez sementes por casa — semeadura de volta única que deixa uma peça no lugar; capturas em cadeia para a frente sobre um número ímpar de sementes (1, 3 ou 5); ciclo de restrição de abertura; fim por imobilização mútua

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Visão geral

O Adji-Boto é uma mancala tradicional jogada pelos Maroons saramaka (saramaccan), que habitam a floresta tropicale ao longo do rio Suriname, na América do Sul. Singular entre as mancalas do Novo Mundo pela gravidade dos seus ritos, o Adji-Boto era tradicionalmente esculpido em cedro nativo com forma de barco ou de banquinho, e jogado exclusivamente por homens adultos durante as vigílias fúnebres (kee ou tjutju). O jogo servia para consolar a alma do falecido e para a distrair antes da sua última viagem para o mundo dos espíritos. Documentado etnograficamente pela primeira vez nas décadas de 1920 e 1930 pelo antropólogo americano Melville J. Herskovits, nos seus trabalhos de campo sobre a cultura afro-surinamense, o jogo joga-se com as sementes cinzentas e lustrosas da árvore nickernut selvagem (Guilandina bonduc, chamada localmente adji), à qual o próprio jogo deve o nome.

Tabuleiro

         [ Celeiro do Jogador 1: Boto ]
   [ 0 ] [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] [ 4 ]   <- Jogador 1
   [ 9 ] [ 8 ] [ 7 ] [ 6 ] [ 5 ]   <- Jogador 0
         [ Celeiro do Jogador 0: Boto ]

Como jogar

Captura

Fim do jogo e vitória

Notas


Source: Mancala World – Adji-boto